Histórico
Após 2 anos como Principal
da Advent International (empresa de global private equity) e tendo executado o investimento na Microsiga Software (Totvs, TOTS3), Eduardo Giuliani observou a
oportunidade de formar um fundo de investimentos de venture capital, capitalizado em reais, para catalisar empreendedores no Brasil que estivessem iniciando o crescimento de suas empresas.
Em 1999 fundou a Venture Partners do Brasil (VPB) para prestar serviços de consultoria de venture capital. Seu primeiro cliente foi a Promon Tecnologia que, com a liquidez provida pela venda da Netstream, pretendia estabelecer o fundo de venture capital Promon Cap.
Ainda em 2000, em paralelo ao projeto Promon Cap, a VPB serviu como regional advisor para o CDB Web Tech, fundo de fundos com ações na Bolsa de Milão, com o objetivo de investir em fundos de tecnologia ao redor do mundo.
Em 2001, buscando trazer as melhores práticas de venture capital para o Brasil e possibilitar aos investidores brasileiros terem visibilidade do pipeline de tecnologias nascentes do Silicon Valley, a VPB participou do lançamento do Latin Partners, possível Affiliate Fund da Draper Fisher Jurvetson (DFJ).
Em 2002 desenvolveu projeto para a Finep (Venture Capital, Crescimento e Emprego) mostrando as melhores práticas governamentais no incentivo ao desenvolvimento do setor de venture capital nos EUA, Taiwan, Israel e Europa.
Em 2003 a VPB foi contratada por Bernardo Gomes e Luciano Camargo da Senior Solution, empresa de terceirização de profissionais de TI que pretendia entrar no segmento de software. Após desenvolvimento de estratégia, acompanhamento da aquisição da NetAge e alinhamento de mais 4 aquisições capitalizou a empresa em R$5 milhões com Stratus Investimentos, BNDESPar e BNDES.
Em fevereiro de 2006 a VPB iniciou a conceitualização do VPB.VC para formar um fundo de venture capital focado na catalisação do processo de inovação brasileiro, reunindo: elaboração estratégica, empreendedorismo, gestão de projetos, análise de investimentos e parceria internacional de sucesso.
Weber Amaral, professor associado da ESALQ/USP e fundador do Pólo Nacional de Biocombustíveis, conheceu Eduardo durante seu PhD em Harvard em 1994. Desde esta época mantiveram contatos analisando oportunidades na área de agronegócios. Em fevereiro de 2006 iniciaram trabalhos em parceira na área de biocombustíveis. Em novembro Weber entra como consultor sênior da VPB para fortalecer a equipe nos investimentos em biocombustíveis e biotecnologia.
A parceria com Weber ajudou a multiplicar os negócios da empresa dentro da área de biocombustíveis: due diligence de usinas de etanol para investidores internacionais, plano de negócios para usinas de etanol e biodiesel, mapeamento edafoclimático e econômico de potencial de produção de cana-de-açúcar nos estados de MA e PA, conteúdo de Ciência e Tecnologia do Parque Tecnológico de Bioenergia e Biocombustíveis de Piracicaba, mapeamento tecnológico e modelo de gestão de Centro de Excelência em Etanol 2G, sustentabilidade de biodiesel brasileiro e etanol de cana etc.
Vladimir Ranevsky, CEO da Relacom, contratou os serviços da VPB em 3 projetos (RR Donnelley, TSL Ambiental e DSA). A experiência em estruturação de empresas para o crescimento e o bom relacionamento com a equipe VPB trouxeram Vladimir como uma importante adição para complementar as habilidades da empresa.
Roberto Engels, CEO da Biocapital, contratou a VPB para elaborar o plano de negócios de sua empresa que está em processo de IPO. O bom relacionamento profissional estabelecido aliado ao interesse da VPB em fortalecer seu processo de decisão de investimentos, fez com que Roberto fosse convidado a integrar o Comitê de Investimentos do VPB 1 como sócio e Membro Votante. Roberto traz consigo 5 anos de experiência como Managing Director do fundo de US$500M de private equity do Bank of America para a América Latina.
Atualmente a empresa atua em consultoria estratégica, financeira, sustentabilidade e inovação dentro dos setores de Bioenergia, TI/Telecom, Tecnologias Limpas, Educação e Imobiliário e vem estruturando seus processos e equipe para gerir 2 fundos de investimento:
- Bioenergia (US$400M)
- Venture Capital Early Stage (R$50-250M)
Histórico